[Intro]
Sombras dançam no fogo, o vento bate cedo o tambor
Pulsos de madeira, metais que brilham no escuro
A pele responde, o espaço respira em um só compasso
[Verse 1]
Atabaque em eco, batida queブランドa o chão
Ago-go canta entre músculos de madeira e água
Kalimba ri distante, pérolas de luz na noite
Cadência que não mente, groove que não se esgota
[Chorus]
Ritmo inteiro, coração da tribo gira
Som forte, mente leve, noite que respira
Cadência repetida com calor no peito
Groove que leva a alma para o centro do ritmo
[Verse 2]
O som se estende como neblina sobre a savana urbana
Pilares de percussão erguem pontes entre estrelas
Passo marcado na areia, fumaça desliza lenta
Em cada batida, a história se faz sem palavras
[Bridge]
Cordo de conchas, sussurros de metal, brilho de kalimba
Redemoinho sonoro envolve a clareira de aço
O tempo dobra, a dança encontra o silêncio entre as pancadas
[Chorus]
Ritmo inteiro, coração da tribo gira
Som forte, mente leve, noite que respira
Cadência repetida com calor no peito
Groove que leva a alma para o centro do ritmo
[Outro]
A noite se rende à repetição, o eco fica no ar
A banda de sombras cai, mas o groove não some
Ritual encerrado no brilho de uma última batida