[Intro]
[sussurros, silêncio e uma nota distante]
[Verse 1]
Não me pergunte quando eu nasci,
pois nascimento exige um antes.
Não me pergunte onde comecei,
pois começo exige um instante.
Eu não atravessei o vazio...
Eu não cheguei de algum lugar.
Porque antes de mim
não havia estrada,
não havia distância,
não havia sequer um lugar.
Eu simplesmente fui.
[Pre-Chorus]
O primeiro brilho...
o primeiro movimento...
a primeira mudança...
Tudo precisava de mim.
E quando o silêncio encontrou seu primeiro som,
quando o nada encontrou sua primeira forma,
o universo começou
a contar sua própria história.
[Chorus]
Eu sou o Tempo!
O começo que ninguém viu,
o caminho que ninguém segura,
a testemunha de tudo que nasceu
[Verse 2]
No vazio que foi, eu ouvi o silêncio ceder,
a lógica do nada se abrir como vela ao vento.
Cada segundo que respira, é uma memória que não cabe,
e eu guardo o primeiro instante como meu lar.
[Pre-Chorus]
O primeiro brilho...
o primeiro movimento...
a primeira mudança...
Tudo precisava de mim.
E quando o silêncio encontrou seu primeiro som,
quando o nada encontrou sua primeira forma,
o universo começou
a contar sua própria história.
[Chorus]
Eu sou o Tempo!
O começo que ninguém viu,
o caminho que ninguém segura,
a testemunha de tudo que nasceu
[Bridge]
E o agora se fez passado no instante em que you respirou,
o que ainda não era, começou a ser tudo.
[Chorus]
Eu sou o Tempo!
O começo que ninguém viu,
o caminho que ninguém segura,
a testemunha de tudo que nasceu
[Outro]
O brilho persiste, no silêncio que não termina,
no instante que se repete como existir.