“Sangue do Sul”
🎙 INTRO (Oshikwanyama
“Oshilongo shaKwanhama WillySs SantoSs…
Mandume ya Ndemufayo, omukwaniilwa gwetu…
Inatu tila. Inatu nyanyukwa.
Cunene oye omwenyo.”
🎶 Verso 1
No sul onde o sol queima mais forte,
Ondjiva aprendeu a escrever o próprio norte.
Aqui não se implora respeito — conquista-se,
Na poeira vermelha a história eterniza-se.
Mandume não foi lenda contada ao vento,
Foi rei de coragem, foi enfrentamento.
Preferiu morrer com dignidade erguida,
Do que viver ajoelhado na própria terra ferida.
Cunene não é silêncio, é resistência viva,
É alma Kwanhama que nunca se esquiva.
🎶 Coro
Cunene é sangue que não trai,
É raiz que o tempo não desfaz.
Ondjiva levanta todo dia,
Com fé, coragem e ousadia.
Se o mundo duvida, nós mostramos quem somos,
Filhos do sul — gigantes nos sonhos.
🎶 Verso 2
Empresário acorda antes do amanhecer,
Investe quando ninguém quer ver.
Constrói mercado, levanta estrutura,
Mesmo quando o lucro é incerteza dura.
Juventude não espera milagre cair,
Quer criar, quer inovar, quer subir.
Uns com arte, outros com visão digital,
Mudando o futuro provincial.
Aqui o progresso não faz barulho,
Mas cresce firme — com orgulho.
🎶 Ponte (Português + Oshikwanyama)
Cunene yetu, otatu diulula,
(Nosso Cunene, nós superamos.)
Onghono yetu oi li momutima,
(Nossa força está no coração.)
Ondjiva não dorme na dor,
Transforma luta em valor.
🎶 Coro Final (mais intenso)
Cunene é chama ancestral,
Mandume vive — espiritual.
Sul de Angola, terra valente,
Pequena no mapa, gigante na gente.
WillySs Santos, Raízes do sul, WillyS Santos Filho da pátria, WillySs, WillySs WillySs Filho da terra