[Intro]
Sussurros do passado atravessam a névoa, o reino treme ao nascer do luar.
[Verse 1]
Eu sou o rei esquecido, moldado na pedra do tempo, meu decreto é o destino que não pode falhar.
A maldição antiga me prende ao silêncio, até o aço dos meus próprios filhos me desafiar.
Ó, guerra que não terminou, desperta, levanta as sombras do meu redor.
A voz que desperta do passado diz: retorna, para terminar o juramento.
[Pre-Chorus]
Caminho entre ruínas, o eco me chama a confiar no julgamento.
Cada passo é uma promessa que o mundo não pode ignorar.
[Chorus]
Volto para romper a noite, eu, o retorno do senhor do véu.
Visões de reis que caíram tremem diante do meu papel.
A maldição treme quando o trovão confirma meu leito ancestral.
Gedolim, eu retorno para completar o ciclo mundial.
[Verse 2]
Guerreiros levantam escudos, criaturas do além murmuram seus temores.
Eu enfrento o poder que me enfrenta, rei contra rei, sem noites de perdão.
A missão não concluída acende minha lâmina, como um farol na multidão.
Prometo meus passos até que a escuridão revele minha vitória.
[Pre-Chorus]
O destino não me deixou morrer, apenas adormeceu para me testar.
[Chorus]
Volto para romper a noite, eu, o retorno do senhor do véu.
Visões de reis que caíram tremem diante do meu papel.
A maldição treme quando o trovão confirma meu leito ancestral.
Gedolim, eu retorno para completar o ciclo mundial.
[Bridge]
Sob o céu quebrado, a promessa brilha como corona de eclipse.
Coragem diante do inevitável, eu sigo o lume que não se apaga.
[Chorus]
Volto para romper a noite, eu, o retorno do senhor do véu.
Visões de reis que caíram tremem diante do meu papel.
A maldição treme quando o trovão confirma meu leito ancestral.
Gedolim, eu retorno para completar o ciclo mundial.
[Outro]
Quando a última batalha soar, o reino respirarás com meu nome de fogo.
Prometo retornar sempre que a noite pedir a minha voz de retorno.