(Verso 1)
Quando a noite cai devagar
E a cidade começa a brilhar
Há um farol sempre aceso no ar
É o Baluarte a nos chamar
Entre copos, risos e histórias
Há heróis de avental e memória
Que transformam cada instante
Num abraço reconfortante
(Pré-Refrão)
Com um sorriso que nunca falha
Mesmo quando o cansaço atrapalha
São alma, força e arte
Do nosso querido Baluarte
(Refrão)
Oh, guardiões da noite e da alegria
Vocês fazem da rotina poesia
Cada brinde é gratidão constante
Aos funcionários do Baluarte!
Se a música sobe, vocês também
Se o dia foi duro, vocês dizem “vem”
E fazem do simples algo gigante
No coração do Baluarte
(Verso 2)
No balcão nasce amizade
Na cozinha mora a saudade
De quem chega e sempre volta
Porque ali a vida é solta
Cada prato feito com carinho
Cada dose servida no jeitinho
É mais que trabalho, é dedicação
É arte feita com o coração
(Ponte)
Se o mundo lá fora é confusão
Aqui dentro é união
Entre gargalhadas e esperança
Vocês mantêm viva a confiança
(Refrão Final)
Oh, guardiões da noite e da alegria
Vocês fazem da rotina poesia
Cada brinde é gratidão constante
Aos funcionários do Baluarte!
Que nunca falte luz na entrada
Nem energia na madrugada
Porque onde houver gente vibrante
Haverá alma do Baluarte!