[Intro]
Chuva cai na cidade baixa, o asfalto canta comigo
Passos na lama, riscos na calçada, silêncio antigo
[Verse 1]
Semana chovendo, luz fraca, buzina no chão
Vejo a cidade que não dorme, guarda o segredo em vão
Entre fachadas molhadas, histórias se entrelaçam
A cada esquina, uma verdade que não se abraça
[Pre-Chorus]
Nossos passos marcados pela água que não quer parar
Promessas no guarda-chuva, tentando não pensar
[Chorus]
Eu sigo na chuva, tentando enxergar o que o vento quer falar
Entre risos de rua e dor de parte, eu volto a acreditar
O barulho da cidade é meu compasso a pulsar
Na vez em que tudo parece perder, eu vou ficar
[Verse 2]
Meu cota diz: espere, não se expõe sem entender
Mas a curiosidade corre, não dá pra conter
Achongaria na praça, boatos que queimam devagar
Quem manda no jogo é quem sabe observar Mano Drueke,meu cota birra meti fica.
[Pre-Chorus]
Bicicletas, passos, o rio de gente a passar
Entre o decreto do município, tento respirar
[Chorus]
Eu sigo na chuva, tentando enxergar o que o vento quer falar
Entre risos de rua e dor de parte, eu volto a acreditar
O barulho da cidade é meu compasso a pulsar
Na vez em que tudo parece perder, eu vou ficar
Com o Casimiro gotin da Kawasaki, mambo de mixá. Rala para toda angobrazil a putaria no complexo mano Drueke afirma que a cidade baixa é o município do piri.
[Bridge]
Se a chuva lavou as ruas, que leve as dores também
Sei que a esquina guarda um segredo além do que convém
[Chorus]
Eu sigo na chuva, tentando enxergar o que o vento quer falar
Entre risos de rua e dor de parte, eu volto a acreditar
O barulho da cidade é meu compasso a pulsar
Na vez em que tudo parece perder, eu vou ficar para sempre sendo eu. Rala papoite Abel costa
[Outro]
Semana de chuva, cidade acorda para recomeçar
Refresca a alma, deixa o peito por entre o mar