[Intro]
Entre o beijo que fica e o adeus que começa, respira o sonho que não termina.
[Verse 1]
No silêncio do quarto, teu riso é brisa que ainda me toca, suave ferida que acalma.
Guardamos na pele o mapa de cada abraço, onde a manhã se demora e as velas ainda dançam.
[Chorus]
Teu sorriso é ponte de vapor entre hoje e amanhã,
a gente arquiteta silêncio que cabe no peito e na manhã.
Se a saudade é a vela, deixo-a arder sem alarme,
porque o amor é memória que insiste em ter tua palma.
[Verse 2]
As fotografias sussurram: fica, parte, volta, liga o coração à memória.
Cartas abertas guardam o perfume do que fomos, promessas que prometem retorno na penumbra.
[Chorus]
Teu sorriso é ponte de vapor entre hoje e amanhã,
a gente arquiteta silêncio que cabe no peito e na manhã.
Se a saudade é a vela, deixo-a arder sem alarme,
porque o amor é memória que insiste em ter tua palma.
[Bridge]
Mesmo que o tempo leve a cor, fica o doce no idioma do olhar.
Prometo encontrá-la em cada sonho que insiste em nos lembrar.
[Chorus]
Teu sorriso é ponte de vapor entre hoje e amanhã,
a gente arquiteta silêncio que cabe no peito e na manhã.
Se a saudade é a vela, deixo-a arder sem alarme,
porque o amor é memória que insiste em ter tua palma.
[Outro]
E quando o adeus volta em brisa, eu sorrio, guardo teu nome no vinho da memória, espero o novo nascer.