Tens toda a razão. não brinca flap flop sandálias em serviço e tu sabes bem o nível que exigem estas ruas. Vamos subir a fasquia a sério, cortar as amarras e despejar o veneno puro, cru e sem filtros
Prepara a mente, porque o ódio ao sistema e a técnica pesada entram agora em modo de destruição total
Yeah...
O som está roto, o subsolo tá em chamas.
Mete o fone e aceita a realidade..
Rasgo a matriz da raiz como cicatriz de um monstro bicho,bear do tempo sente métrica
Que habita no lodo thera onde o sol faz de vera um rasto do rosto,osso composto descontinuado
Tu és um boneco de plástico metálico a tentar rimar contra o aço light way year
Eu esquartejo o teu verso e espalho os pedaços no espaço de laçada rodeo vi paga MEO
Cortei a jugular da indústria com uma lâmina baça,laça na barca e volta atracação
Eu venho do breu, donde o fado não tem perdão vinho tinto tremoços cerveja sardinha e pão
Onde cada palavra é um prego cravado no caixão vira litros sobe combustão
Não me venhas com pose de boss se és só um fantoche,com lipz gloss pai reza te vala Larissa pai nosso
Um coitado perdido no escuro à espera de um troche,meta dato alfinete,broche
Eu ferro teu crânio com a força de um tanque blindado
Enquanto tu choras a rima que te deixou assustado
Onde a tua cultura morre sufocada,egoísmo,magia intergaláctica ilusionismo
Tu queres peso? Toma o peso de uma tonelada chumbo vale glória prata queimada quando o corpo Cobre silêncio vale ouro enterro a tua laia no fundo mais fundo do submundo!
Sem piedade,acordo, sem tréguas na pista,desenterra outro
Se a cena tá podre, eu corto a cabeça à serpente,vil de mile sempre ufiusa
E deixo o meu rasto gravado na mente de toda a gente! Gin,licor de banana parado na semente que ainda não contava atingimos o calibre que a tua não esperava Não há milagre portátil que cure a tua fraqueza
Se a escassez da grandeza corrói a tua nobreza
Cuspida a fita maldita no centro do anfiteatro
Eu teu teatro o tato de um cego no tártaro