[Intro]
Dedilho de harpa sussurra, flauta celta corta o ar,
num salão de trevas onde a madeira guarda segredo antigo.
A névoa acompanha cada nota, mistério que se faz cantar.
[Verse 1]
O Capitão acorda com o brilho do dragão no sorriso, fúria em silêncio, olhos milenares.
Carrega a maldição de ser eterno, máscaras de noite entre luas de ferro.
A Promessa o guia: proteger a divindade, atravessar reinos, reencontrar as eras.
Sete guerreiros surgem: força que não cede, magia que não teme o tempo,
amor que dá imortalidade para proteger quem ama.
[Pre-Chorus]
Queda de ritmo, o mundo respira pesado, os passos contam segredos do passado.
[Chorus]
Poder colossal explode em cordas e aço,
trombones e trompetes rasgam o véu do acaso.
Guitarras rugem, o céu treme com a fúria que não tem fim,
um sândalo de poder despertando montanhas, abrindo o fim.
[Verse 2]
Os Sete Guerreiros se alinham, cada alma uma peça do relógio do destino.
A força bruta, a magia que dobra o tempo, a imortalidade por amor.
Eles juraram proteger a divindade, atravessando séculos para se encontrar de novo.
Em cada era, um novo rosto, uma nova chance de manter a promessa viva.
[Bridge]
[Piano solo melancólico]
Peso dos pecados passados. solidão que suspira entre as notas.
O silêncio conta histórias que o vento não pode apagar.
[Verse 3]
O Dragão sorri de novo, negro sob o véu do sagrado, a fúria cresce.
O capitão ergue o lábio e o mundo prende a respiração, temendo o toque do destino.
A Promessa retorna em cada encontro, na curva do tempo que não cessa.
[Chorus]
Poder colossal explode em cordas e aço,
Trombones e trompetes rasgam o véu do acaso.
Guitarras rugem, o céu treme com a fúria que não tem fim,
um pacto eterno que o tempo não consegue quebrar.
[Outro]
Entre sombras e estrelas, os sete caminham para a próxima aurora,
guardando a promessa, o segredo da imortalidade, até o último amanhecer.