[Intro]
Luz que corta a noite como dois faróis no escuro
Promessas guardadas no peito, silêncio que faz furor
[Verse 1]
No halo rosado e no branco do coração, surgem dois nomes que não se dizem
Foram criados pra salvar, mas entre sombras, o segredo vibra como um juramento
Cada golpe de emoção, cada estalo de neon, revela um desejo que não se revela
Entre as trincheiras da cidade, o amor se faz em passos discretos, quase invisíveis
[Pre-Chorus]
Sob a máscara do tempo, o peito sente o risco, o medo de quebrar a linha
Mas a coragem acorda, ressurge como espada que não cede à razão
[Chorus]
Hino aos dois segredos, que o peito guarda em silêncio profundo
Luz que brilha na arena da alma, quando o destino ensina o segundo
Coragem que aquece a chuva fria do segredo, seguimos de mãos dadas na tormenta
Amor que luta, amor que revela, sob o mesmo céu que sempre observa
[Verse 2]
Entre lutas simbólicas, o rosado encontra o branco no mesmo compasso de peito
Surgem flashes de iluminação, como estalos de neon que dizem quem somos
O conflito interno canta alto: romance proibido, voz que não se cala, promessa que não morre
Descoberta de sentimento, um raio suave atravessando o escuro do medo
[Pre-Chorus]
A verdade bate como martelo de herói, ainda que a voz peça silêncio
O coração decide cruzar a linha, mesmo que o mundo tente apartar
[Chorus]
Hino aos dois segredos, que o peito guarda em silêncio profundo
Luz que brilha na arena da alma, quando o destino ensina o segundo
Coragem que aquece a chuva fria do segredo, seguimos de mãos dadas na tormenta
Amor que luta, amor que revela, sob o mesmo céu que sempre observa
[Bridge]
Se a cidade acena com seus olhos de vidro, nós ergemos nossos pactos no peito
O segredo se torna bandeira, um escudo e uma chama que não apaga
[Chorus]
Hino aos dois segredos, que o peito guarda em silêncio profundo
Luz que brilha na arena da alma, quando o destino ensina o segundo
Coragem que aquece a chuva fria do segredo, seguimos de mãos dadas na tormenta
Amor que luta, amor que revela, sob o mesmo céu que sempre observa
[Outro]
E quando o mundo acorda, o segredo ainda pulsa, noite após noite, em nossos nomes se faz eterna