[Intro]
No silêncio do passado, o sussurro volta a aparecer
Escuridão nos olhos, a cidade parece entender
[Verse 1]
William, sombra que não se desfaz, teimando a permanecer
Entre as memórias de prata, onde o brilho não quer ceder
Segredos de abrigos esquecidos, onde o medo vai nascer
Mas a culpa ainda lateja, no peito que não quer entender
[Pre-Chorus]
O silêncio te persegue, mas a memória quer falar
O que ficou por dizer, tudo que não pode calar
[Chorus]
Quem sou eu, quando a máscara cai? Quem sou eu, sob a luz do luar?
Entre ecos de risos perdidos, eu tento me lembrar
Mas o passado me chama, me quer de volta, a me guiar
Eu sigo nessa trilha sombria, tentando, apenas, não falhar
[Verse 2]
Cenas metálicas, correntes de prata, o destino a girar
Passaram os dias, os nomes se perdem no ar
O que resta é a culpa que não cessa, uma chama a queimar
E a cidade sussurra respostas que não posso escutar
[Pre-Chorus]
O tempo não perdoa, ainda há muito a encarar
O que ficou por dizer, tudo que não pode calar
[Chorus]
Quem sou eu, quando a máscara cai? Quem sou eu, sob a luz do luar?
Entre ecos de risos perdidos, eu tento me lembrar
Mas o passado me chama, me quer de volta, a me guiar
Eu sigo nessa trilha sombria, tentando, apenas, não falhar
[Bridge]
Se a noite me trazer lembranças, que eu as aceite sem temer
Se a culpa for meu caminho, que eu possa escolher o viver
[Chorus]
Quem sou eu, quando a máscara cai? Quem sou eu, sob a luz do luar?
Entre ecos de risos perdidos, eu tento me lembrar
Mas o passado me chama, me quer de volta, a me guiar
Eu sigo nessa trilha sombria, tentando, apenas, não falhar
[Outro]
No fim, resta apenas a sombra que conhecemos bem, William.