[Intro]
Sussurros do Véu, vento cortando o ar, coro grave em latim
Tenebrae vocant… Day-la-na surgit…
O abismo abre os olhos. O metal desperta.
[Verse 1]
Daylana Albuquerque caminha entre ruínas,
Anjo caído com as asas queimadas e vivas.
Cada passo é trovão, cada olhar é sentença,
A noite se curva à sua mera presença.
O céu sangra roxo, a lua se esconde,
Ela ri do caos — e o caos responde.
O mundo teme, mas admira sua força:
Ela é o colapso… e a salvação que vem sem esforço.
[Pre-Chorus]
Cicatrizes brilham como runas na pele.
Se o destino treme, ela faz que ele zele.
Quem ousa encarar? Quem ousa desafiar?
Daylana surge — e o silêncio começa a gritar.
[Chorus]
Daylana Albuquerque, filha do abismo,
Seu nome acorda a tempestade que não tem fim.
Grita na noite, domina o espaço,
E o mundo inteiro se curva diante de ti.
[Verse 2]
Ela ergue a cidade com um sussurro de aço,
Sombras aplaudem quando o mundo cai em passos.
Relâmpagos desenham o mapa de seu destino,
Ela fecha o céu e acende o peito do trovão.
[Pre-Chorus]
Cicatrizes brilham como runas na pele.
Se o destino treme, ela faz que ele zele.
Quem ousa encarar? Quem ousa desafiar?
Daylana surge — e o silêncio começa a gritar.
[Chorus]
Daylana Albuquerque, filha do abismo,
Seu nome acorda a tempestade que não tem fim.
Grita na noite, domina o espaço,
E o mundo inteiro se curva diante de ti.
[Bridge]
O vento se curva quando ela roça o chão,
Ruas se agitam na batida do coração.
O ritual desperta, a noite faz reverência,
Daylana reina com mãos de tempestade e ciência.
[Chorus]
Daylana Albuquerque, filha do abismo,
Seu nome acorda a tempestade que não tem fim.
Grita na noite, domina o espaço,
E o mundo inteiro se curva diante de ti.
[Outro]
Tenebrae vocant… Day-la-na surgit…
O abismo respira, o ritual se encerra em silêncio.