[Intro]
Escuta esse relato sombrio, em voz baixa e sem pressa
[Verse 1]
Um esqueleto pediu atenção, uma missão sombria
Capturar uma humana em troca de ter razão, pura ambição
Mas a pequena tinha chama de determinação
Buscando uma saída, tentando encontrar solução
[Chorus]
Essa é a história do julgamento, olhos frios a observar
Ela sem sentimentos, ele a quebrar o seu lugar
A mão que matou Papyrus, a noite a testemunhar
Esse é o seu sinistro veredito, difícil de cravar
[Verse 2]
O homem não é um bom moço, coração de osso a ruir
Ele vem para quebrar pescoços, mergulhar no porão sem fim
Ela avança, pistões de gelo, cada passo a partir
E a batalha se fecha quando o destino se faz assim
[Chorus]
Essa é a história do julgamento, olhos frios a observar
Ela sem sentimentos, ele a quebrar o seu lugar
A mão que matou Papyrus, a noite a testemunhar
Esse é o seu sinistro veredito, difícil de cravar
[Bridge]
Tudo feito de gesso, tudo cresce em silêncio
Eu sigo firme, mesmo sem nada, não perco o meu essêncio
Crianças como você não deveriam estar no inverno do expresso
Mas eu sigo, até o último lamento, sem descanso
[Chorus]
Essa é a história do julgamento, olhos frios a observar
Ela sem sentimentos, ele a quebrar o seu lugar
A mão que matou Papyrus, a noite a testemunhar
Esse é o seu sinistro veredito, difícil de cravar
[Outro]
Então vem pra essa batalha, o frio corta o ar
Não há garantias, apenas a vontade de continuar
Cenas gravadas, no fundo da memória a ficar
Tudo que é gesso se parte, mas eu volto para tentar me guiar