[Intro]
Relógios sussurram, a oficina respira.
[Verse 1]
O velho relojoeiro encara o travar,
Engrenagens emperram, a paciência some.
Um gesto de gentileza, inesperado, começa a brilhar.
[Chorus]
Tic-tac, o tempo não espera
Gentileza acende a engrenagem
O relógio volta a cantar
[Verse 2]
Ele oferece a mão ao metal frio,
A calma dança entre as peças e o fio.
O segredo aparece: gentileza é a chave.
[Chorus]
Tic-tac, o tempo não espera
Gentileza acende a engrenagem
O relógio volta a cantar
[Outro]
O tempo sorri, o tino volta a girar.