[Intro]
[Verse 1]
Um cavaleiro brilhou na estrada,
Com olhos de ferro e coração de lei.
Prometeu paz, jurou alvorada,
Mas quem andava, nunca mais voltei.
[Chorus]
Ele fala em ordem, mas leva em silêncio,
A alma do justo, o canto do bem.
Tem farda de sombra, marcha sem tempo,
E planta o medo onde pisa também.
[Verse 2]
Nas praças do povo, semente sumiu,
O tempo virou corrente no chão.
A ceifa chegou, o trigo caiu,
E o vento calou a canção.
[Chorus]
Ele fala em ordem, mas leva em silêncio,
A alma do justo, o canto do bem.
Tem farda de sombra, marcha sem tempo,
E planta o medo onde pisa também.
[Bridge]
O justo foge para o deserto,
Mas a trombeta ainda tocará.
O véu será rasgado,
E o cavaleiro, desmascarado.
[Chorus]
Enquanto houver chão e quem semeia,
A luz vencerá o aço e a ideia.
O cavaleiro corre, mas já perdeu,
Porque quem é da luz… nunca se rendeu.
[Outro]