[Intro]
Cascas de metal, chuva no vidro
O ferro canta o destino do rodar
[Verse 1]
No pátio o silêncio pesa, mas o motor ainda sonha
Peças que contam histórias de estrada que acabou
Cada porca, cada parafuso guarda memórias
De dias que foram pegos pelo tempo a naufragar
[Chorus]
Carro sucata, coração de lata a tilintar
Entre ferrugem e lembrança, volto a imaginar
Na parada do destino, alguém pode recomeçar
Carro sucata, renasce o sonho do andar
[Verse 2]
Rosas de aço brotam entre correntes e ferrugem
O vidro quebrado espelha uma nova chance
Quem guarda o ferro sabe que tudo pode voltar
Quando a peça certa acende a chama do andar
[Chorus]
Carro sucata, coração de lata a tilintar
Entre ferrugem e lembrança, volto a imaginar
Na parada do destino, alguém pode recomeçar
Carro sucata, renasce o sonho do andar
[Bridge]
Pelas mãos que trabalham, a esperança se revela
Na poeira do tempo, uma estrada se revela
[Chorus]
Carro sucata, coração de lata a tilintar
Entre ferrugem e lembrança, volto a imaginar
Na parada do destino, alguém pode recomeçar
Carro sucata, renasce o sonho do andar
[Outro]
O último batente envolve o nascer de uma nova chance
O ferro canta, o chão volta a respirar