[Intro]
Nasce a luz de um laboratório estelar, onde o tempo parece esperar
[Verse 1]
Entre monitores e amostras, alguém sussurra o nome do Princípio Gabriel
Curiosidade que brilha como cometa, mas e o peso de o saber não falhar?
Ambição, imagina-se livre, traçando trilhas onde o risco pode ferir
[Pre-Chorus]
Cautela levanta o véu: o que não deve ser tocado, não deve nascer
[Chorus]
Gabriel, guia de ética e desejo, mantém o impulso sob a lei do meu ser
Descubro para não derrubar o mundo, descubro para não me perder
Peso na pele, o mundo no peito, a responsabilidade que me faz escolher
[Verse 2]
No sonho futurista as máquinas respiram perguntas antigas
Humano, criatura, espectro entre o silicon e a carne
Alguém aponta para os limites, outro ri da fronteira de saber
[Pre-Chorus]
A cautela é a bússola, a ambição, a chama que quer vencer
[Chorus]
Gabriel, guardião da curiosidade, faz a mente ouvir o que deve fazer
Descubro com cuidado, para que o amanhã possa agradecer
Peso que dobra o silêncio, a decisão que pode doer
[Bridge]
Há quem corra na linha tênue entre sonho e consequência
Há quem escuta o sussurro da humanidade, na ciência a responsabilidade cresce
[Chorus]
Gabriel, espírito de prudência, guie minha mão quando o sonho me pedir mais
Que a descoberta não quebre o mundo que a gente tenta curar
Que o coração não se perca na lógica do que pode vencer
[Outro]
E quando acordar, eu ainda serei quem sabe ouvir o peso do que aprendi: o limite é a nossa maior ética