No silêncio antes da guerra começar,
Dois deuses prontos pra se enfrentar,
Olhos vendados, mas tudo ele vê,
O mais forte sorri… “venha até mim, Sukuna, se puder.”
(Pré-refrão)
Energia amaldiçoada corta o ar,
O chão treme só de respirar,
Não é só força, é destino em colisão,
Rei das maldições contra a perfeição.
(Refrão)
Infinito nunca vai me alcançar,
Ou será que hoje tudo vai mudar?
Entre céus e ruínas a verdade vem,
Só um sairá de pé no final também.
É poder que rasga a dimensão,
É domínio, é destruição,
No limite entre o fim e a razão…
Gojo e Sukuna em colisão.
(Verso 2)
Cortes invisíveis, espaço a sangrar,
Cada golpe tenta o outro apagar,
Risos frios no caos que se formou,
Dois monstros dançando onde o mundo acabou.
(Pré-refrão)
Expansão de domínio, quem vai ceder?
Olhos contra sombras, quem vai vencer?
A eternidade presa em um segundo,
Quando gigantes racham o mundo.
(Refrão)
Infinito nunca vai me alcançar,
Ou será que hoje tudo vai mudar?
Entre céus e ruínas a verdade vem,
Só um sairá de pé no final também.
É poder que rasga a dimensão,
É domínio, é destruição,
No limite entre o fim e a razão…
Gojo e Sukuna em colisão.
(Ponte)
Se até o infinito pode quebrar,
E o rei pode um dia sangrar,
Então quem somos nós pra dizer
Quem nasceu pra vencer?
(Final)
Quando o silêncio voltar a reinar,
E a poeira enfim baixar,
Só restará a história pra contar…
Quem foi o mais forte… e quem deixou de lutar.