[Intro]
Rua acesa, passos ao vento, metal no coração
Semba no peito, identidade em cada ação
[Verse 1]
No asfalto eu me encontro, rosto ao sol, peito aberto
Roda gira, memória dança, aço que canta por inteiro
Sinto o tambor dizer quem sou, na linha do corpo, no eixo do tempo
Cidade respira meu nome baixo, mas firme neste momento
[Chorus]
Bato o metal, bato a alma, eu sou quem sempre fui
Roda de semba me acolhe, minha voz encontra a rua e diz: aqui é teu réu
Celebro quem eu sou, em cada passo que eu tomei
Som de metais ressona forte, meu orgulho não se esconde, não se esvai
[Verse 2]
Mãos que se tocam na roda, laços que não se quebram nunca
Dança é promessa de liberdade, identidade que se revela
Angola na pele, batuque que ancora, forno de alegria acesa
No batuque angolano eu encontro o meu mapa de beleza
[Chorus]
Bato o metal, bato a alma, eu sou quem sempre fui
Roda de semba me acolhe, minha voz encontra a rua e diz: aqui é teu réu
Celebro quem eu sou, em cada passo que eu tomei
Som de metais ressona forte, meu orgulho não se esconde, não se esvai
[Bridge]
Entre passos e metais, eu me reconheço, eu me celebro, eu existo
Cada clangor é um minuto de vida, cada giro é um novo começo
[Chorus]
Bato o metal, bato a alma, eu sou quem sempre fui
Roda de semba me acolhe, minha voz encontra a rua e diz: aqui é teu réu
Celebro quem eu sou, em cada passo que eu tomei
Som de metais ressona forte, meu orgulho não se esconde, não se esvai
[Outro]
Rua acesa, rainha do batuque, o meu nome ecoa no metal
Em cada nota, identidade canta, serei sempre fiel ao meu ritual