[Intro]
Um dia comum, a cidade respira devagar
[
Verse 1]
A linha do tempo parece cinza, o relógio não quer pensar
Mas no passo da manhã, alguém sorri sem usar a razão
Um instante que cai como brilho na minha direção
O simples vira magia quando você cruza meu radar
[Pre-Chorus]
Em um cruzar de olhares, tudo se acende devagar
O invisível se revela no tilintar de uma cidade a dançar
[Chorus]
Foi aqui, neste giro do cotidiano
Um milésimo de coragem, um suspiro alçado
Você deixou uma marca que não some, não se apaga
No meu ritual, hoje há brilho que não se explica
[Verse 2]
A cafeteria cheira a café e promessas, eu sigo o rastro do toque
Sua risada quebra o silêncio, transforma o normal em impacto
A rua muda de rumo, como se o céu se abrisse por um instante
E o mundo inteiro cabe num par de olhos que deram sorte
[Pre-Chorus]
A cada passo, o habitual parece novo ao meu lado
O tempo reduz, o seu silêncio soa como um isolamento quebrado
[Chorus]
Foi aqui, neste giro do cotidiano
Um milésimo de coragem, um suspiro alçado
Você deixou uma marca que não some, não se apaga
No meu ritual, hoje há brilho que não se explica
[Bridge]
E quando a música da cidade volta a tocar, eu sei
Que o comum pode ser palco de mil cores
Um encontro breve, uma chama que ficou comigo
Trazendo amanhã para dentro do meu hoje
[Chorus]
Foi aqui, neste giro do cotidiano
Um milésimo de coragem, um suspiro alçado
Você deixou uma marca que não some, não se apaga
No meu ritual, hoje há brilho que não se explica
[Outro]
Dia comum, noite nova, a rotina ganhou outra cor
Obrigado por aquele instante que mudou o meu interior