[Intro]
Violinha na varanda, lua no chapéu de palha
[Verse 1]
Venho do mato, a saudade é minha mala,
A viola na mão, o tempo não me falha.
Poeira no rosto, meu orgulho não cala,
É aqui que aprendi o que é amar de verdade.
[Chorus]
É modão de raiz, meu peito não engana,
No compasso da viola eu encontro minha chama.
Roda a poeira, eu volto pra te abraçar,
No teu sorriso simples é onde eu quero ficar.
[Verse 2]
No bar da cidade eu sou pássaro de passagem,
Mas meu peito é do campo, meu sonho não se acaba.
Prometo voltar quando a lua acender o sertão,
Pra te encontrar na varanda, ao redor do fogão.
[Chorus]
É modão de raiz, meu peito não engana,
No compasso da viola eu encontro minha chama.
Roda a poeira, eu volto pra te abraçar,
No teu sorriso simples é onde eu quero ficar.
[Bridge]
Se o tempo partir, eu fico na lembrança,
O teu olhar acende a minha esperança.
Mesmo na chuva, eu sigo na andança,
Porque teu amor é bússola que não cansa.
[Chorus]
É modão de raiz, meu peito não engana,
No compasso da viola eu encontro minha chama.
Roda a poeira, eu volto pra te abraçar,
No teu sorriso simples é onde eu quero ficar.
[Outro]
E assim fica o modão, na varanda a lembrar,
O sertão inteiro cabe no meu olhar.