[Intro]
Veludo do tempo, sussurra: Jerusa, meu teu nome
Entre suspiros do nascer do dia, te lembro
[Verse 1]
Saudade é jardim onde o teu rosto floresce devagar
Cada lembrança é pétala que o vento não consegue levar
Teu sorriso é meu farol na névoa de manhã
O amor que guardo é poema que não quer terminar
[Chorus]
Jerusa, no silêncio eu te sinto perto
No peso do peito, há um tempo que é inteiro
Amor que não apaga, mesmo na distância
É carinho que vive, é fé que não se cansa
[Verse 2]
Momentos simples, mãos entrelaçadas na cozinha
Café quente, promessas simples, risos que não findam
O relógio pode ter velado as horas mais claras
Mas tua presença persiste, doce e constante
[Pre-Chorus]
E se o mundo fica quieto, ainda assim te vejo aqui
No canto da casa, onde a gente se prometeu sorrir
[Chorus]
Jerusa, no silêncio eu te sinto perto
No peso do peito, há um tempo que é inteiro
Amor que não apaga, mesmo na distância
É carinho que vive, é fé que não se cansa
[Bridge]
Mesmo quando a chuva cai, eu te sinto na janela
O nosso afeto é abrigo, é casa que não se desfez
De cada desafio, a ternura nos revela
Que o amor é memória que ainda floresce por vocês
[Chorus]
Jerusa, no silêncio eu te sinto perto
No peso do peito, há um tempo que é inteiro
Amor que não apaga, mesmo na distância
É carinho que vive, é fé que não se cansa
[Outro]
Que a saudade seja a vela que ilumina o caminho
E que eu te encontre, Jerusa, no doce caminho
No tempo que ainda há por vir, eu sei que te escolho
Com todo o meu afeto, eu te amo, eu te venero