[Intro]
[Verse 1]
Eis o lenho da Cruz, eis a esperança antiga,
no silêncio do coração, a proximidade divina.
Coro e violoncelo elevam com reverência,
em cada nota, o mundo encontra salvação.
[Chorus]
Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo,
gratidão que sobe, em fé que não definha.
Que o peito se abra em louvor sem medida,
pois o amor ali se mostrou, eterno abrigo.
[Verse 2]
Coro se curva, vela de fé ao redor,
calmado compasso, caminho da salvação.
O instrumento soluça em tom grave e santo,
como passos rumo ao monte, em silenciosa oração.
[Chorus]
Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo,
gratidão que sobe, em fé que não definha.
Que o peito se abra em louvor sem medida,
pois o amor ali se mostrou, eterno abrigo.
[Bridge]
Do Calvário nasce o amor que tudo cura,
norte de esperança, luz que não apaga.
Cada corda canta o maior sacrifício,
mais que dor, é redenção que nos abraça.
[Verse 3]
A gratidão se faz silêncio que preludia a paz,
quando o mundo contempla o sacrifício com humildade.
Eis o lenho da Cruz, a promessa cumprida,
salvação para a vida e para a eternidade.
[Chorus]
Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo,
gratidão que sobe, em fé que não definha.
Que o peito se abra em louvor sem medida,
pois o amor ali se mostrou, eterno abrigo.
[Outro]
Que a graça permaneça, firme como o madeiro;
que a ternura que ali nasceu guie nosso caminho.
Eis o lenho da Cruz, eis a nossa canção de vida.