[Intro]
Entre sorrisos simples e promessas no olhar,
umen os segundos que constroem o nosso lugar.
[Verse 1]
No café da esquina, teu riso é meu sinal,
uma canção de brisa suave, teu cheiro de pão,
e o mundo lá fora parece esperar o nosso tempo.
Teus dedos me encontram no silêncio do instante.
[Chorus 1]
Mayara, meu amor, em cada beijo há um lar,
numa lembrança que acende a chama de cada acordar.
Promessas que dançam na linha tênue do talvez,
mas o nosso eu sabe: aqui é onde eu te quero, sempre, muito mais.
[Verse 2]
Câmaras de casa guardam o nosso segredo:
cobertor, chá quente, e o mapa do nosso destino.
Quando a saudade sussurra, eu fecho os olhos e volto
a tua voz que me traz calma, tua mão que me abriga.
[Chorus 2]
Mayara, meu amor, em cada abraço há razão,
uma promessa que cresce na palma da mão.
Brilha a esperança quando o futuro parece breve,
celebramos o que temos: o teu sorriso, o meu entrelaçar.
[Bridge]
Se o tempo nos levar por ruas diferentes,
a lembrança nos guia, o coração é ponte entre a gente.
[Chorus 3]
Mayara, meu amor, que a vida seja nossa canção,
que o mundo caiba inteiro no espaço do teu coração.
Saudade que ensina, esperança que faz florescer,
celebramos cada dia, juntos, até o pôr-do-sol nascer.
[Outro]
E se tudo mudar, o sentimento fica,
um fogo suave que no peito sempre fica.