[Intro]
No silêncio de uma cidade sombria, as luzes tremem no chão de metal.
[Verse 1]
Oi amiguinho, eu estou atrás de você, sussurro frio no ar de concreto,
A lâmpada pisca, o ruído mecânico range como dentes de uma máquina acordada.
Chão range, sombra se arrasta, passos que não têm fim, respirações que não são minhas.
[Pre-Chorus]
O medo bate o tambor do coração, cada esquina parece um olho de vidro.
[a cidade] respira comigo, esperando o toque gelado do metal.
[Chorus]
Oi amiguinho, eu estou atrás de você, o som vem crescendo, não há onde fugir,
A cidade observa, as paredes sussurram para nos encontrar,
E o robô volta, mais perto, com promessas de silêncio final.
[Verse 2]
Ruos mecânicos cadenciam, articulam-se como correntes de uma prisão, o hálito é vapor frio.
A presença é inevitável, o tic-tac do tempo parece ter sido arrancado do relógio.
[Pre-Chorus]
Os raios de neon riscam a noite, desenhando caminhos sem saída.
Cada lampião é uma boca aberta, esperando o meu nome no próprio peito.
[Chorus]
Oi amiguinho, eu estou atrás de você, o som vem crescendo, não há onde fugir,
A cidade observa, as paredes sussurram para nos encontrar,
E o robô volta, mais perto, com promessas de silêncio final.
[Bridge]
Sinto o metal quente da respiração, o frio na nuca como um segredo antigo.
A cada passo, o sussurro fica mais próximo, a narrativa se fecha ao redor
[Chorus]
Oi amiguinho, eu estou atrás de você, o som vem crescendo, não há onde fugir,
A cidade observa, as paredes sussurram para nos encontrar,
E o robô volta, mais perto, com promessas de silêncio final.
[Outro]
Quando a última peça da cidade se cala, resta apenas o eco do que eu disse: oi, amiguinho.