[Intro]
Nome que acende a pele, HenriqueS Afonso. Eu sorrio ao ouvir meu próprio som.
[Verse 1]
Celebro esse nome que carrego como um mapa antigo, traçado no peito com tinta de luar.
Cada sílaba é um marco de mim, uma vida que nasce de novo ao pronunciar.
Lembro dos novéis de amor que a vida escreveu devagar, entre cartas e promessas no escuro.
E cada lembrança volta como um vento suave, dizendo quem sou, quem fui, quem ainda vou ser.
[Pre-Chorus]
Quando o nome me encontra, o mundo parece caber nas mãos.
Sou a história que se escreve em silêncio, entre medo e ardor.
[Chorus]
Henriques Afonso, eu me reconheço em cada acorde do meu peito.
É festa em cada sílaba, é casa que me guarda, é meu leito.
Ouço meu nome na canção e digo: sou eu, sou inteiro, completo.
A identidade dança em mim, como fogo que não tem finito.
[Verse 2]
Nos novelos do amor, a gente costurou dois caminhos, duas vozes a sussurrar.
Entre lembranças de risos e choros, encontrei o retrato do meu próprio lugar.
O nome ressoa como promessa antiga, que volta para confirmar o meu lugar no mundo.
Reconheço-me ao som da canção, e cada nota me dá abrigo seguro.
[Pre-Chorus]
Se pedem meu reflexo, eu mostro o que não se explica: é fé de ser quem sou.
[Chorus]
Henriques Afonso, eu me reconheço em cada acorde do meu peito.
É festa em cada sílaba, é casa que me guarda, é meu leito.
Ouço meu nome na canção e digo: sou eu, sou inteiro, completo.
A identidade dança em mim, como fogo que não tem finito.
[Bridge]
Que o tempo não apague o brilho deste nome, que me faz inteiro, que me faz nascer de novo.
Que cada lembrança seja bússola, levando-me sempre de volta a mim mesmo.
[Chorus]
Henriques Afonso, eu me reconheço em cada acorde do meu peito.
É festa em cada sílaba, é casa que me guarda, é meu leito.
Ouço meu nome na canção e digo: sou eu, sou inteiro, completo.
A identidade dança em mim, como fogo que não tem finito.
[Outro]
Henriques Afonso, sou eu: o nome que celebra o eu em construção.