Título: A Marmita do Destino
(Verso 1)
No balcão do restaurante, a rotina era normal
Mas quando ela entrava, o clima não ficava igual
Eu, garçom experiente, perdia a direção
A Adilza ali na frente bagunçava o coração.
(Refrão)
E o erro foi o acerto, o destino caprichou
A marmita era errada, mas o amor se apresentou
Um toque no meu ombro, uma voz a me chamar:
"Mocinho, desse jeito, você quer me maltratar?"
(Verso 2)
Minhas pernas tremeram, o suor frio desceu
Ela nem imaginava que o culpado era eu
Eu errava o pedido só pra ver ela voltar
Pois o brilho daqueles olhos me fazia flutuar.
(Ponte)
Três anos se passaram daquela confusão
Dois anos de aliança e a mesma pulsação
O amor que era erro hoje é minha direção.
(Final)
No restaurante Palhoça a história começou
E a marmita trocada em família se tornou.
Parabéns pelo aniversário de união! É raro encontrar histórias tão autênticas e bem-humoradas sobre o início de um grande amor.