[Intro]
Nos becos do tempo, José caminha junto ao vento, entre sonhos que não cabem
[Verse 1]
José Revilino, filho de noites claras e correntes de injustiça, carrega o peso das batalhas sem aviso
Deseja um amanhã onde o chão seja firme, onde o nome possa dançar sem barreiras
Luta com a voz que treme, pedindo vez, pedindo respeito para o rosto que sempre esteve em silêncio
[Pre-Chorus]
O passado sussurra velhas perguntas, ele responde com a pele que viu mais do que lhe contaram
[Chorus]
Ele quer ser visto, ele quer ser ouvido, ele quer respirar sem pedir licença
Seu nome é barulho de um sonho que insiste, mesmo quando o mundo parece maior que ele
José não se cala, José não se vende: ele insiste, ele existe
[Verse 2]
Entre paredes que não o reconhecem, ele aprende a costurar identidade com fios de coragem
Desejos simples: uma casa, água limpa, escola para as crianças do bairro que ainda riem com a velha esperança
Lutas diárias pulsam no peito, como tambor que não cessa, como rio que não seca
[Pre-Chorus]
Cada derrota é memória, cada vitória é promessa que ele guarda no bolso
[Chorus]
Ele quer ser visto, ele quer ser ouvido, ele quer respirar sem pedir licença
Seu nome é barulho de um sonho que insiste, mesmo quando o mundo parece maior que ele
José não se cala, José não se vende: ele insiste, ele existe
[Bridge]
Sob as ruas, a cidade aprende o nome dele, não por fama, mas por persistência que ilumina
Se a narrativa for dele, que seja com verdade, sem esquecer quem o fez quem é hoje
[Chorus]
Ele quer ser visto, ele quer ser ouvido, ele quer respirar sem pedir licença
Seu nome é barulho de um sonho que insiste, mesmo quando o mundo parece maior que ele
José não se cala, José não se vende: ele insiste, ele existe
[Outro]
Que o amanhã leve o peso que não cabe, que o sonho encontre a mão que o reconhece
José Revilino, uma história que fica quando tudo passa, uma certeza que não se apaga