Yeah…
Nem todo convite é porta aberta.
Refrão
Brunna sonhava alto, queria o próprio nome
Disseram “vem pra frente”, mas era outro fome
Santa Catarina vendida como vitória
Mas era só mentira embrulhada em história.
Promessa de vidro, brilho artificial
Quando chegou lá, viu que era imoral
Não era empresa, não era posição
Era prisão disfarçada de ascensão.
Verso 1
Ela queria contrato, CNPJ
Planejamento, futuro, não Rolex
Mas quem chama pra “negócio rápido”
Nunca joga limpo, só quer lucro rápido.
Foto bonita, conversa educada
Mas a intenção vinha camuflada
Quando falaram de “agenda” e “cliente”
O chão sumiu da mente.
Pré-Refrão
O coração avisou, bateu diferente
Algo errado naquele ambiente
Sonho não pede silêncio
Nem cobra o corpo da gente.
Refrão
Brunna sonhava alto, queria o próprio nome
Disseram “vem pra frente”, mas era outro fome
Santa Catarina vendida como vitória
Mas era só mentira embrulhada em história.
Promessa de vidro, brilho artificial
Quando chegou lá, viu que era imoral
Não era empresa, não era posição
Era prisão disfarçada de ascensão.
Verso 2
Ela não caiu, ela acordou
Teve coragem e se afastou
Nem toda fuga é fraqueza
Às vezes é Deus puxando pelo braço com firmeza.
Quem usa sonho alheio pra ganhar dinheiro
Vai colher o peso cedo ou tarde, é certeiro
Ela voltou mais fria, mas mais real
Perdeu a ilusão, ganhou moral.
Ponte (bem Matuê)
Se eu cair, eu levanto
Se eu errar, eu aprendo
Prefiro demorar
Do que vencer me perdendo.
Último Refrão (aberto / hit)
Brunna sonhava alto, hoje sabe o valor
Nem toda chance vem com amor
O mundo tenta comprar teu suor
Mas tua alma não tem preço, não senhor.
Outro
Visão salva.
Ilusão cobra.
Quem anda certo
Não negocia a própria história.