[Intro]
Em minha pele sangro, mas sinto o mundo inteiro
O aço da honra alimenta meu inteiro interior
[Verse 1]
Sou samurai de passos lentos, alma em chamas vivas
Nos séculos que carrego, aprendi a ser firme, a seguir rimas
A cada batalha contra mim, entro sem pressa, sem rendição
A verdade me guia: vencer é só parte da consistência
[Pre-Chorus]
Entre glória e orgulho me deparo com a escolha
Manter a honra ou perdoar a fúria que me assola
[Chorus]
Eu sigo, com a pele ferida e a mente íntegra
A vida é meu pergaminho, a disciplina minha prova
A coragem não se mede no brilho, mas na liberta
Da dor que ensina quem sou e quem eu me aprovo
[Verse 2]
Caminho pela estrada do tempo, 37, 80, 90 em memória
Aprendo a escrever minha verdade, sem perder a essência da história
Cada erro é um ponto na linha de chegada que me ensina
Que a identidade é força que não se dobra na noite sombria
[Pre-Chorus]
Entre glória e orgulho me deparo com a escolha
Manter a honra ou perdoar a fúria que me assola
[Chorus]
Eu sigo, com a pele ferida e a mente íntegra
A vida é meu pergaminho, a disciplina minha prova
A coragem não se mede no brilho, mas na liberta
Da dor que ensina quem sou e quem eu me aprovo
[Bridge]
Na idade encontro um santuário de calma e verdade
Escrevo para não perder a raiz da minha identidade
Se a verdade permanecer, que eu não perca a essência
Mesmo quando a voz vacila, a honra me mantém presente
[Chorus]
Eu sigo, com a pele ferida e a mente íntegra
A vida é meu pergaminho, a disciplina minha prova
A coragem não se mede no brilho, mas na liberta
Da dor que ensina quem sou e quem eu me aprovo
[Outro]
Hei de envelhecer com a caneta na mão, fiel ao que sou
Honra, resiliência, autodisciplina, meu farol que não se apagou