[Intro]
Bandas da casa, ruídos na veia, noite sem fôlego
A jaqueta manchada de asfalto, o peso do mic voando solto
[Verse 1]
Sob a luz que ferve, entro sem pedir licença
Guitarra na mão, minha ira é nossa existência
Ruas cinzentas viram palco quando a gente começa a tocar
Historia de trilha cansada, mas a gente sabe lutar
[Pre-Chorus]
Voz que não cala, pedem silêncio, mas eu grito mais alto
Motores na veia, o asfalto inteiro vira nosso salto
[Chorus]
Liberdade em riffs de vidro, fogo que não escolhe hora
Gritam mais alto que a chuva, a gente não se demore
Fúria na corrente da energia, mundo inteiro a olhar
Regras queimadas no asfalto, é na estrada que vamos brilhar
[Verse 2]
(u)Na batida pesada, a multidão é tempestade
Som de garagem, coragem que não se cala na verdade
Cartas na mão, destinos presos entre o cansaço e o destino
Mas o refrão aponta o norte: seguimos firme, seguimos vivo
[Pre-Chorus]
Pequenos milagres na poeira, cada passo é resistência
Não há mapa, só coragem e pedalada constante
[Chorus]
Liberdade em riffs de vidro, fogo que não escolhe hora
Gritam mais alto que a chuva, a gente não se demore
Fúria na corrente da energia, mundo inteiro a olhar
Regras queimadas no asfalto, é na estrada que vamos brilhar
[Bridge]
Entre laços de corda e cordas que choram no amplificador
A cidade fica lá atrás, nosso espírito é o motor
[Chorus]
Liberdade em riffs de vidro, fogo que não escolhe hora
Gritam mais alto que a chuva, a gente não se demore
Fúria na corrente da energia, mundo inteiro a olhar
Regras queimadas no asfalto, é na estrada que vamos brilhar
[Outro]
Pra sempre na minha fala, na linha entre o fim e o começo
Guitarra de garagem, estrada sem freio, é onde eu me manifesto