[Intro]
Do núcleo de cicatrizes, eu começo a falar vespertino, quando o vento ainda dói, eu aprendi a ouvir o meu próprio pulso.
[Verse 1]
Cresci entre críticas afiadas, passos falhos e quedas que pareciam abismos, mas não deixei a dor me prender. Olhei para as marcas, não para a culpa; cada fio de dor me ensinou a respirar mais fundo, a levantar antes de desistir. Amigos foram embora, as vozes lá fora queriam me apagar, mas eu encontrei uma vela na escuridão: a decisão de seguir.
[Chorus]
Eu levanto a cabeça, não para impressionar, mas para ser fiel ao que sou. A cada prova, a cada erro, escolho o que me mantém de pé. A força não é ausência de medo, é avançar mesmo com ele do lado. Vou vencer, sem arrependimentos.
[Verse 2]
As noites foram longas, a mente acordada em batalha com a dúvida. Percorri caminhos tortos, enfrentei lembranças que pesavam; a gravidade parecia me puxar para baixo, mas a fé encontrou abrigo na minha própria voz. A coragem deixou de ser promessa e tornou-se hábito: cada passo, uma decisão de continuar.
[Chorus]
Eu levanto a cabeça, não para impressionar, mas para ser fiel ao que sou. A cada prova, a cada erro, escolho o que me mantém de pé. A força não é ausência de medo, é avançar mesmo com ele do lado. Vou vencer, sem arrependimentos.
[Bridge]
Gratidão pelo que ficou: o tempo que ensinou a escolher a vida que vale, a valorizar quem ficou ao meu lado, e a guardar a memória como bússola. A ferida hoje é sinal de experiência, não de derrota; sigo firme, porque meu futuro tem direção.
[Chorus]
Eu levanto a cabeça, não para impressionar, mas para ser fiel ao que sou. A cada prova, a cada erro, escolho o que me mantém de pé. A força não é ausência de medo, é avançar mesmo com ele do lado. Vou vencer, sem arrependimentos.
[Outro]
Assim sigo: com a mão firme no peito, fé como mapa, e a certeza de que o caminho claro aparece quando a decisão é vencer.