[Intro]
Na vila onde o sol faz o pão, ela acorda em calma, sem pressa
O canto dos galos e o cheiro de pão, compõem a prosa que a manhã traz
[Verse 1]
Ela aprende com o barro, com as mãos na terra, firme e serena
Sorrisos de vizinhos, a praça que abre a roda da crença
O riso das crianças, o vento que acalma o peito
No peito dela, a força que transforma o afeto em jeito
[Pre-Chorus]
Há uma rede de histórias que a comunidade tece devagar
Cuidar é o idioma da vila, onde o respeito sabe conversar
[Chorus]
Ela é raiz da nossa casa, fibra que nos faz continuar
Na simplicidade encontra o fogo que nos ensina a sonhar
Quando a chuva cai, ela ainda sorri, sabe esperar
Força serena, luz que não cessa, nos guia pelo amar
[Verse 2]
Nos campos ela dança com o ribeiro, passos leves de quem sabe cuidar
As mãos que constroem o sustento, o leite que gentilmente vai passar
Entre vizinhos, o segredo é dividir, a alegria é partilhar
A vida simples é a riqueza que não precisa pensar
[Pre-Chorus]
Em cada janela, uma história de comunidade que se abraça e cresce
O silêncio ensina paciência; o abraço, o que a cidade aquece
[Chorus]
Ela é raiz da nossa casa, fibra que nos faz continuar
Na simplicidade encontra o fogo que nos ensina a sonhar
Quando a chuva cai, ela ainda sorri, sabe esperar
Força serena, luz que não cessa, nos guia pelo amar
[Bridge]
Traz o canto dos adultos, o cuidado das crianças, o tempo que não se apaga
É ela quem segura o barco quando a vila se agita, e a fé não se apaga
[Chorus]
Ela é raiz da nossa casa, fibra que nos faz continuar
Na simplicidade encontra o fogo que nos ensina a sonhar
Quando a chuva cai, ela ainda sorri, sabe esperar
Força serena, luz que não cessa, nos guia pelo amar
[Outro]
Que a vila celebre cada passo simples, cada gesto de cuidado
Pois é no viver cotidiano que a nossa força é revelado