Chamaram-me WillySs Fraco
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No Cunene riram…
Disseram que moda não é futuro…
Mas ninguém riu quando começaram a vencer usando o que eu construí…
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Entrei na arte no Cunene com visão diferente
Sonhava alto mesmo sem ter quase nada na mente
Chamavam meus feitos de meme na internet
Diziam WillyS para com isso, isso não te promete
Moda aqui não dá pão, província ingrata
Cada palavra era uma pedrada barata
Confesso, várias noites pensei desistir
Porque cair sozinho dói mais que cair
Não tinha mão, não tinha ombro
Só julgamento, peso e assombro
E os que diziam ser irmãos de verdade
Usavam meu nome pra subir na cidade
🎶
Fui sabotado, fui difamado
Chamado fraco, desacreditado
Mas quem nasce na queda aprende a voar
E eu aprendi… a nunca parar
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Chamaram-me nada…
Hoje eu sou voz da caminhada
Se tentaram me apagar
Foi Deus quem veio me levantar
Chamaram-me fraco…
Hoje eu sou fruto do impacto
Se a terra não acreditou
Foi a minha fé que me sustentou
(repete 2x)
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Dei vida à Last New Models Angola
E dela saíram talentos que hoje o povo estranha
Miss, Mister, modelos premiados que muitos hoje nem obrigado dão, nem nosso nome falam,
Enquanto os críticos ficaram calados, enquanto os que me abandonaram tentam me provar que onde foram estão bem, eu continuo sendo WillyS, o puto que quando começou a fazer estava entre os grandes Evaristo e Américo
“Como assim o puto é agente do cota Rose?”
Pergunta que o medo deles expôs
“Como trabalha com Isaac Vertino?”
“Tem apoio do António Machado?”
Eles perguntavam com inveja na fala
Enquanto a agência juntava quem brilha na sala
O que era meme virou referência
O que era piada virou influência
🎤 Ponte (emocional, instrumental mais leve)
Eu quase parei…
Mas algo dizia continua
Porque quem carrega propósito
Não morre na rua
🎶 CORO FINAL (mais forte, com energia)
Chamaram-me nada…
Mas hoje eu sou legado
Tentaram me ver no chão
Agora me veem elevado
Chamaram-me fraco…
Mas eu virei muralha
Se o Cunene duvidou
Eu respondi com batalha