Yeah
Não confunde proposta com saída.
Verso 1
Brunna queria o topo, nome no jogo
Promessa veio fácil, sorriso oco
Disseram “negócio limpo, vem sem medo”
Chegou em SC, caiu no enredo.
Agenda cheia, mas não era reunião
Era vitrine cara pra exploração
Falavam baixo, clima estranho
Não era empresa, era um rebanho.
Pré-Refrão
Quem fala em luxo demais
Sempre esconde o final
Quando o sonho é rápido
O preço é imoral.
Refrão (curto e forte)
Isso não é contrato
Isso é sequestro de sonho
Brilho falso, palco armado
Querem tua alma como dono.
Não é trabalho
É armadilha social
Quem lucra com ilusão
Nunca joga real.
Verso 2
Copão na mesa, chefe sorrindo
“É normal”, diziam, mentindo
Cliente tratado como meta
Corpo virou moeda discreta.
Ela sentiu o gelo no ar
Pensou em fugir, pensou em ficar
Mas quem tem visão não negocia
O que não vai te deixar dormir outro dia.
Pré-Refrão 2
Eles vendem liberdade
Mas cobram obediência
Quem aceita tudo calado
Perde nome, perde essência.
Refrão
Isso não é contrato
Isso é sequestro de sonho
Brilho falso, palco armado
Querem tua alma como dono.
Não é trabalho
É armadilha social
Quem lucra com ilusão
Nunca joga real.
Ponte (Teto vibe / falado)
Prefiro zero no bolso
Do que sangue no lucro
Meu nome vale mais
Que qualquer acordo sujo.
Verso Final
Ela voltou mais fria, mais acordada
Ilusão morreu, mente afiada
Nem todo “sim” te leva pro topo
Às vezes o “não” salva teu futuro todo.
Outro
Sem contrato.
Sem coleira.
Sem preço pra alma.