*(Verso 1)*
Há dias em que eu me calo,
mesmo tendo tanto a dizer,
guardo o mundo no peito
sem saber como o escrever.
Caminho devagarinho,
com medo de me perder,
mas no meio do silêncio
ainda aprendo a crescer.
*(Verso 2)*
Nem tudo corre perfeito,
nem tudo fica como sonhei,
mas cada queda que tive
foi um passo que dei.
E mesmo quando duvido
do que há dentro de mim,
há uma voz bem baixinho
que diz “não é o fim”.
*(Refrão)*
E eu fico… mesmo sem saber,
mesmo quando custa entender.
Há força em continuar,
mesmo sem ver onde vai dar.
E eu sigo… sem me esconder,
com tudo o que tenho pra ser.
Porque no meio do caminho incerto,
eu aprendo a ficar mais perto… de mim.
*(Final)*
E talvez seja isso viver…
não ter tudo certo,
mas não desistir de ser.