[Intro]
No silêncio da oficina, aço range a solidão
Pedras de lâmpada falam do fracasso a fio
[Verse 1]
Cansado de promessas que o deixaram pra trás
Invenções que tremem, roubadas pela visão que não volta
Cada peça sussurra o nome de quem o decepcionou
Agora o ferro acorda, carrega o peso do desprezo
[Pre-Chorus]
Vingança não é silêncio, é fogo que não se apaga
O gume da lâmina encontra o coração da ingratidão
[Chorus]
Transformo minhas criações em pesadelos a caminhar
Vejo seus medos ganharem vida, sem lugar para calar
Quem duvidou do sonho, agora teme o despertar
A culpa vem à tarde, quando a lâmpada apaga
[Verse 2]
Ruas gastas testemunham o enigma do inventor esquecido
Engrenagens giram como relógios que não param de lembrar
A cada golpe, um segredo revelado no aço frio
E o sorriso de quem zombou se desfaz em arrepios
[Pre-Chorus]
Vingança não é silêncio, é fogo que não se apaga
O gume da lâmina encontra o coração da ingratidão
[Chorus]
Transformo minhas criações em pesadelos a caminhar
Vejo seus medos ganharem vida, sem lugar para calar
Quem duvidou do sonho, agora teme o despertar
A culpa vem à tarde, quando a lâmpada apaga
[Bridge]
Se me crucificarem nos rascunhos, eu existirei nos danos
Se meus planos falharem, ainda restará o silêncio que assombra
[Chorus]
Transformo minhas criações em pesadelos a caminhar
Vejo seus medos ganharem vida, sem lugar para calar
Quem duvidou do sonho, agora teme o despertar
A culpa vem à tarde, quando a lâmpada apaga
[Outro]
E no último barulho, a oficina respira o meu juramento
Que o esquecimento jamais ganhe o último inventor