[Intro]
Sombra paira, silêncio que respira
Entre lápides, a lua fica menor
[Verse 1]
Um anjo sombrio sobre o cemitério gótico, vela de névoa negra
Asas vastas, negras como a noite, flutuam sem pressa
O halo pulsa, um sussurro de luz que quase não chega
Estátuas observam, guardiãs de pedra e de segredo
[Verse 2]
Nenhuma voz atravessa o silêncio da noite
Nenhum coração ousa quebrar a calma
A lua observa de longe, escondida entre as nuvens
E o anjo permanece ali, esperando
[Pre-Chorus]
As árvores roxas sussurram nomes que ninguém pronuncia
Folhas frias dançam no vento, lento e contido
Mas há algo escondido atrás da névoa
Algo que desperta quando a noite chega
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Mistério que a eternidade parece abraçar
Sombra que vela, serenidade que não se apaga
O mundo repousa sob o hálito da noite
[Verse 3]
O anjo observa o tempo, sem pressa de completar o ciclo
O cemitério guarda histórias que o dia não pode contar
As sombras conversam entre si, em segredo antigo
E o halo, fraco, lampeja como uma lembrança de sol
[Pre-Chorus]
As árvores roxas sussurram nomes que ninguém pronuncia
Folhas frias dançam no vento, lento e contido
Mas há algo escondido atrás da névoa
Algo que desperta quando a noite chega
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Mistério que a eternidade parece abraçar
Sombra que canta calmamente a quem quiser ouvir
O mundo inteiro respira no compasso da noite
[Bridge]
Entre névoas, o anjo sorri sem medo, testemunha do tempo
Guardião sereno, que guarda o que ainda não pode nascer
O halo pulsa, um farol que não busca luz, apenas paz
[Chorus]
Beleza na escuridão, silêncio que envolve tudo
Mistério que a eternidade parece abraçar
Sombra que observa, beleza que não se esgota
A cidade dos vivos repousa sob o véu da noite
[Outro]
Sombra permanece, serena, eterna guardiã
Até o nascer do dia, até o último suspiro da lua