[Intro]
Notas ao vento, um mapa de formas e timbres
A ciência das vozes invisíveis que o mundo transforma
[Verse 1]
Entre madeira, metal e pele, a promessa de som se faz
Cada instrumento, uma pergunta que o tempo traz
Corda vibra, bloco responde, vórtice de possibilidades
Do sopro ao tambor, o estudo abre as realidades
[Chorus]
O som é estudo, é curiosidade que não cansa
É a forma que molda o ouvido, é a matéria que balança
Descobrir como o material canta, como o espaço o envolve
Organologia é mapa vivo, onde o mundo se resolve
[Verse 2]
Flauta respira no ar, xilofone acende um brilho
Pelo arco, o violino dança, o timbre desenha um brilho
Notas se agrupam em famílias, como constelações de som
Cada timbre é uma pista, cada forma uma razão
[Chorus]
O som é estudo, é curiosidade que não cansa
É a forma que molda o ouvido, é a matéria que balança
Descobrir como o material canta, como o espaço o envolve
Organologia é mapa vivo, onde o mundo se resolve
[Bridge]
A ciência observa, mas a dança é quem revela
Como a madeira respira, como o metal cintila em panela
Curiosidade que atravessa culturas, tempo e lugar
A diversidade de instrumentos é a forma de pensar
[Chorus]
O som é estudo, é curiosidade que não cansa
É a forma que molda o ouvido, é a matéria que balança
Descobrir como o material canta, como o espaço o envolve
Organologia é mapa vivo, onde o mundo se resolve
[Outro]
Que os nomes se multipliquem e os sons nos guiem sem fim
A cada novo instrumento, uma pergunta e um jardim