[Intro]
Promessas nuas, as cortinas caem na praça virtual.
Olhares se cruzam, o silêncio pesa na palma da mão.
[Verse 1]
Cláudia Araújo era o nome falado alto na rua, um eco que não perdoa,
Reputação pendia, tensa como fio de aço, rasgando a moldura da fachada.
Amigos viraram sombras, fotos desbotadas viraram perguntas sem resposta,
Quem confia quando a tela expõe o que não deveria existir?
[Pre-Chorus]
Entre likes e comentários, a verdade aparece como fio de pesca,
Leva a máscara à tona, a culpa assusta o reflexo no espelho.
[Chorus]
Quem observa, aponta, cobra, a verdade não escolhe quem derruba,
A rede se agita, o rastro não some, as consequências aparecem.
Cláudia, qual é o preço do segredo que não cabe mais no peito?
A queda da máscara não retorna, já não cabe no silêncio.
[Verse 2]
Foi conversa na praça, dedos que julgam antes de ouvir, antes de entender,
Traição não precisa de palavras bonitas, precisa de coragem de encarar.
Amizades quebradas viraram pedacinhos no feed, cada like um peso no peito,
Verdade escondida entre comentários, a humilhação que não pede desculpa.
[Pre-Chorus]
Cenas públicas, cobrando ações que já aconteceram no passado,
O tempo expõe quem seria leal, quem apenas fingiu estar ali.
[Chorus]
Quem observa, aponta, cobra, a verdade não escolhe quem derruba,
A rede se agita, o rastro não some, as consequências aparecem.
Cláudia, qual é o preço do segredo que não cabe mais no peito?
A queda da máscara não retorna, já não cabe no silêncio.
[Bridge]
Conversa antiga, testemunhas em silêncio, uma linha que não volta atrás,
Entre gritos e notificações, surge a reflexão sobre integridade.
[Chorus]
Quem observa, aponta, cobra, a verdade não escolhe quem derruba,
A rede se agita, o rastro não some, as consequências aparecem.
Cláudia, qual é o preço do segredo que não cabe mais no peito?
A queda da máscara não retorna, já não cabe no silêncio.
[Outro]
O desfecho chega como aviso: responsabilidade não tem filtro nem perdão,
Se a água bate na cara, que seja para lembrar quem você é, sem ilusão.