[Intro]
Do poço ao alto, a fé acende o caminho.
Sombras recuam quando a graça responde.
[Verse 1]
Na mais profunda corrente, onde o medo é lei, eu ouvi a voz que não se cala:
Mesmo cativo, a esperança não se esgota, Deus me vê e não me abandona.
Perseguição tentou quebrar meu chão, mas o coração pulsa com dignidade que não se dobra.
A cada chute do destino, levanto-me pela mão de Deus, minha rocha, minha fronteira.
[Chorus]
Gracia que levanta, justiça que ilumina,
Mesmo na fornalha, eu sigo a trilha divina.
Do poço às altas cidades, eu governo com misericórdia,
Luz que guia o povo, força que nunca é comida.
[Verse 2]
Milagres surgem como estrelas na noite fria, quando a oração arrepia o vento.
Coragem não é ausência de medo, é vitória que surge no tempo certo.
A escravidão foi capítulo, não a minha história completa,
Porque a graça me eleva, me coloca sobre a tormenta.
[Pre-Chorus]
Que o poder que me chama não ceda à ambição,
Que o coração se renda à humildade e à compaixão.
[Chorus]
Gracia que levanta, justiça que ilumina,
Mesmo na fornalha, eu sigo a trilha divina.
Do poço às altas cidades, eu governo com misericórdia,
Luz que guia o povo, força que nunca é comida.
[Bridge]
Se pedirem minha mão, que seja para servir, não para dominar,
Que minha sombra leve paz onde houver pesar.
A proteção de Deus é meu escudo e meu estandarte, minha oração sem fim.
[Chorus]
Gracia que levanta, justiça que ilumina,
Mesmo na fornalha, eu sigo a trilha divina.
Do poço às altas cidades, eu governo com misericórdia,
Luz que guia o povo, força que nunca é comida.
[Outro]
Do poço ao alto, minha história é o testemunho: governar com bondade é vencer,
Que a graça de Deus seja o farol que nunca deixa o povo perder a fé.