[Intro]
Luz de luar derrama-se sobre o altar do céu,
Andas de prata seguram as nuvens em véus de véu.
[Verse 1]
No alto da abóbada, vozes se elevam, eternas,
Um coro de arcanos pede perdão às claridades ternas.
Diante do Signo da Noite, o coração estremece e brilha,
O casal de ángeles canta: o destino se revela na dunha ilha.
[Chorus]
Ó noite celestial, teu véu não nos prende, ele nos guia,
Sussurro de fogo e água, em harmonia que desafia.
Entre as constelações, nosso amor vence a tempestade,
E o cosmos inteiro responde com eterna claridade.
[Verse 2]
Ela e ele, duetam sob a imensa cúpula do destino,
Vozes que tremem como cometas, cadência de hino divino.
Rugas do tempo se desfazem quando o tenso prelúdio soa,
E o sagrado respira ao redor, como se a noite fosse nossa.
[Chorus]
Ó noite celestial, teu véu não nos prende, ele nos guia,
Sussurro de fogo e água, em harmonia que desafia.
Entre as constelações, nosso amor vence a tempestade,
E o cosmos inteiro responde com eterna claridade.
[Bridge]
Se a sombra quiser calar o nosso juramento,
Erguemos com a nossa voz o firmamento.
[Chorus]
Ó noite celestial, teu véu não nos prende, ele nos guia,
Sussurro de fogo e água, em harmonia que desafia.
Entre as constelações, nosso amor vence a tempestade,
E o cosmos inteiro responde com eterna claridade.
[Outro]
Silêncio que resplandece, estrela que não dorme,
Nós seguimos cantando, onde o divino responde.