(Intro – bem suave, quase sussurrado)
Na cruz… por mim…
Jesus, meu Jesus…
Tu morreste por mim…
(Verso 1 – lento, voz embargada)
No madeiro levantado, entre dois ladrões
O Filho de Deus, inocente, carregou minhas transgressões
Espinhos na cabeça, chicotes nas costas rasgadas
Sangue escorrendo, amor que nunca falha
Ele poderia descer, mandar legiões de anjos vir
Mas olhou pra mim no meio da multidão a zombar
E disse no silêncio do Seu coração partido:
“Pai, perdoa… é por ele que Eu morri aqui”
(Pré-refrão – crescendo devagar)
Oh, que amor é esse que não consigo entender?
O Justo morreu pelo injusto, o Santo tomou meu lugar
Meu pecado O pregou, minha culpa O feriu
E mesmo assim… Ele me amou até o fim
(Refrão – emocional, com vontade de chorar)
Na cruz, na cruz, onde Jesus sangrou por mim
Lá se foi o Cordeiro, inocente e sem pecado algum
Eu vejo Suas mãos furadas, Seus pés pregados por amor
E o meu coração se quebra… “Perdão, Senhor, por mim Tu suportaste a dor”
Oh Jesus… na cruz por mim…
Eu choro aos Teus pés… porque Tu me amaste assim…
(Verso 2 – ainda emotivo, mas com mais intensidade)
O céu escureceu, a terra tremeu de dor
O véu do templo se rasgou, abrindo o caminho ao Senhor
“Está consumado!” foi o grito que ecoou
A morte pensou que venceu, mas o amor triunfou
Ele carregou minha vergonha, minha doença, meu passado
Naquele madeiro sujo, o meu resgate foi selado
Por mim Ele sofreu sede, solidão e abandono
Pra que eu nunca mais vivesse longe do Seu trono
(Pré-refrão – mais forte)
Oh, que amor é esse que não consigo entender?
O Rei dos reis se humilhou, o Criador se deixou ferir
Meu pecado O pregou… m