[Verse 1]
Na praça de verão, o gelo brilha sob o sol
Um escultor sonha alto, filho do ar e do cristal
Cada golpe de cinzel guarda uma brisa de manhã
E ele sussurra ao vento: congelar o momento
[Chorus]
Congela a cidade na magia do momento
Que o calor caia e a obra respire eternamente
Quem vê sorri e volta pra admirar
Mesmo que derreta, ele quer eternizar
[Verse 2]
O relógio marca o tempo, o sol sobe mais alto
O gelo parece cantar, seus olhos seguem o rastro
Cada facetado sorriso da escultura desperta
A corrida contra o dia que quebra a beleza perfeita
[Chorus]
Congela a cidade na magia do momento
Que o calor caia e a obra respire eternamente
Quem vê sorri e volta pra admirar
Mesmo que derreta, ele quer eternizar
[Bridge]
O calor ruge, o relógio late, a genialidade brilha
Ainda assim ele sorri, criou o que não cabe na mão
A cidade assiste ao desmanchar, encontra beleza na efêmera
A obra se vai, mas o sonho fica no ar
[Chorus]
Congela a cidade na magia do momento
Que o calor caia e a obra respire eternamente
Quem vê sorri e volta pra admirar
Mesmo que derreta, ele quer eternizar
[Outro]
E quando o dia descansar, a escultura viverá na memória
Congelar o momento foi o seu triunfo