Yeah…
As gotas caem…
Mas cada queda tem um motivo…
Eu sei quem me levantou…
Eu sei quem me viu quando ninguém tava vendo…
VERSO 1 (0:25 – 1:28)
Eu caminhei sem força, coração pesado, dia sem cor,
O mundo virou as costas, e eu fui afogado no meu próprio torpor.
As marcas no peito gritavam, pedindo um pouco de paz,
Mas a paz não vinha de gente, só Dele — e nada mais.
No silêncio Ele me achou, quando eu tava quebrado,
Ninguém estendeu a mão, mas Ele ficou do meu lado.
Os meus passos sem direção, noites sem ar pra respirar,
Mas Ele deu vida de novo, pra eu voltar a caminhar.
Não foi sorte, não foi lema, foi promessa mantida,
Ele tomou minhas dores e colocou nova vida.
E mesmo sem voz pra pedir, Ele leu meu coração,
E secou cada lágrima caída no chão.
PRÉ-PESO (1:28 – 1:55)
(cresce, mas sem virar “refrão”, apenas impacto)
Quando o peito travou… Ele entrou.
Quando o mundo pesou… Ele segurou.
Quando tudo desabou… Ele ficou.
Quando eu pensei que acabou… Ele mostrou que não.
PESO / DROP HIP-HOP (1:55 – 2:35)
(grave enorme, flow arrastado, estilo papaute porém mais quente/gostoso)
Derrames de lágrimas, caindo no chão,
mas Ele transformou cada uma em direção.
Meu peito cansado, sem força pra lutar,
mas Ele soprou vida pra eu recomeçar.
Não tive escudo, nem tive proteção,
mas Ele virou muralha segurando minha mão.
Lágrimas falavam tudo que eu não conseguia,
e Ele respondia mesmo quando eu nem ouvia.
VERSO 2 (2:35 – 3:28)
Eu carreguei culpas que nunca foram minhas,
promessas quebradas, feridas que não saram sozinhas.
Tentei ser forte quando eu tava no chão,
mas força humana falha… Ele não.
O passado tentou prender meus passos,
mas Ele abriu portas, quebrou laços.
Quando eu olhei pro alto, encontrei pouso,
Ele mudou meu futuro, transformou o desgosto.
E hoje cada lágrima caída não é derrota,
é lembrança de onde eu vim, de quem me reconstrói a cada volta.
Eu sou prova que Ele age até no silêncio,
e que cada dor tem um renascimento.
PESO 2 (3:28 – 4:03)
(flow mais firme, grave puls