Me batizaram José marciano,,,mas desde menino sou inteiro,,, e foi no galpão de madeira,,, que eu virei prisioneiro do sorriso,,, da cida antunes,,,, daquele geito dela por inteiro,,,, que entrou sem pedir licença ,,e fez morada no meu peito ,,,tinha cheiro de madeira e goteira,,, pingando no chão,, quando ela me deu aquele abraço,,,, que desmontou minha razão,,, o mundo lá fora podia cair ,,,que ali dentro era só nois dois,,,, e eu José marciano valente virei menino,,, na frente dela,,, eu tenho ciúmes não vou mentir,,, do sol que bate no seu cabelo,,, do vento que ouça te tocar,,,, amo vc cida antunes,,,, sem medidas seu nome já tá na minha vida,,,, quero muito te ver toda hora sentir seu corpo no meu ,,,sem demora,,, José marciano nasceu para te amar ,,,,,e se for pecado eu quero pecar ,,,,,dizem que quando o amor é de verdade,,,, não escolhe tempo nem lugar,,,, o meu nasceu no mato na poeira onde a cidade não quis chegar,,,,, e se hoje a gente não pode,,,, é só por que o mundo é pequeno ,,,mais o galpão está lá esperando,,,, com o nosso nome ,,,,escrito no ,,,,sereno