[Intro]
Luz em chamas, o reino acorda, o clamor do antigo céu.
Cinco guardiões, cinco véus, traçam o destino do meu ser.
[Verse 1]
Catreia avança, passos de cometa, no peito a coragem tem fulgor.
Alart, o vazio que engole o medo, ergue o templo do correio da dor.
Cereste sussurra clocks de prata, tempo que não volta, tempo que é ardor.
No silêncio, os ecos se alinham: destino tecido no fogo interior.
[Chorus]
Quíntuplo coro de estátuas, guardiões de cada dom.
Abençoa o caminho da sonhadora, moldando o porvir da nação.
Sob a bênção sagrada, Catreia encontra a direção.
Se o vazio se curva e o tempo se dobra, nasce uma nova visão.
[Verse 2]
Agaramar, o senhor do espaço, estende galerias sem fim.
Aurola, a mãe da natureza, faz florescer o confim do jardim.
Ainscede guia o mundo espiritual, onde a sombra conhece a verdade.
Entre mundos, as pedras brilham e a cerimônia se acende, como um céu que se parte.
[Chorus]
Quíntuplo coro de estátuas, guardiões de cada dom.
Abençoa o caminho da sonhadora, moldando o porvir da nação.
Sob a bênção sagrada, Catreia encontra a direção.
Se o vazio se curva e o tempo se dobra, nasce uma nova visão.
[Bridge]
Cinco olímpios dedos de luz tocam o destino, traçam o mapa do amanhã.
O vazio respira, o tempo expande-se, o espaço sabe onde o sonho fica.
[Chorus]
Quíntuplo coro de estátuas, guardiões de cada dom.
Abençoa o caminho da sonhadora, moldando o porvir da nação.
Sob a bênção sagrada, Catreia encontra a direção.
Se o vazio se curva e o tempo se dobra, nasce uma nova visão.
[Outro]
E quando a bênção se fecha, o mundo se inclina em oração.
Catreia avança, em silêncio e brilho, guiada pela mão dos five suns.