[Intro]
Sob o vento quente da feira eu entro devagar
Cheiro de queijo e carvão, o dia vem me chamar
[Verse 1]
Fabinho do queijo acorda cedo, o destino é o balcão
Segunda-feira, sábado, o ritmo é a multidão
Pesa o peso da leiteira, corta a peça com precisão
Sorrisos dos clientes, cada rosto tem uma razão
[Pre-Chorus]
Entre o murmúrio das vendas, vejo a coragem no olhar
No toque das lâminas, o cuidado de quem quer bem falar
[Chorus]
É trabalho que alimenta, é sacrifício que tem cor
Na feira de pedras de fogo, encontro meu lugar
Clientes que voltam, histórias a partilhar
Alegria de cada queijinho, no prato a brilhar
[Verse 2]
Dias de sábado quente, dias de segunda também
Atacado e varejo, o pão da família quem mantém
Aprendi com a paciência do tempo, com o sal e o amar
Que o queijo não é só alimento, é abraço que vem lhe dar
[Pre-Chorus]
Entre o tilintar das moedas, vejo a fé a girar
Na troca de sorrisos simples, encontro meu lar
[Chorus]
É trabalho que alimenta, é sacrifício que tem cor
Na feira de pedras de fogo, encontro meu lugar
Clientes que voltam, histórias a partilhar
Alegria de cada queijinho, no prato a brilhar
[Bridge]
Por trás do balcão, o coração arde sem voz
Mas a risada do menino que prova o queijo me fez
Prometo manter vivo o forno, manter vivo o lar
Cada venda um laço, cada abraço um continuar
[Chorus]
É trabalho que alimenta, é sacrifício que tem cor
Na feira de pedras de fogo, encontro meu lugar
Clientes que voltam, histórias a partilhar
Alegria de cada queijinho, no prato a brilhar
[Outro]
Feira acesa ao luar, eu sigo a cantar baixinho
Fabinho do queijo, coração do ritmo do caminho