[Intro]
Rasga o silêncio, trovões no olhar, ferrugem de aço a pulsar
[Verse 1]
Fogo interior que não se apaga, brasa nos olhos, fogo que não cansa
Barras de ferro surgem do chão, eu queimo o medo, eu avanço sem romance
Sistema opressor treme, meu punho é martelo, minha voz é tempestade
Caos é minha liberdade, quebra-cabeça de carne e verdade
[Pre-Chorus]
Olhos de aço, coração de trovão, eu não volto atrás
A cada golpe, a cada trilha de fogo, eu me sinto mais capaz
[Chorus]
Eu sou a força bruta, o grito sem fim
Sem limites, o caos que reina dentro de mim
Rasgo as correntes, abraço o furacão
O mundo treme quando eu acordo a punho de trovão
[Verse 2]
Batalhas pessoais, meu nome vira ruína pra quem duvidou
Não há muro que segure a fúria, meu destino está no estilhaçar profundo
Vejo faíscas nas grades, ouço o aço ranger, é promessa que não se cala
Eu dominei o fogo, eu sou o trovão que não se apaga
[Pre-Chorus]
Olhos de vidro viram carvão, minha voz é lâmina afiada
Eu sigo em frente, a força é minha estrada
[Chorus]
Eu sou a força bruta, o grito sem fim
Sem limites, o caos que reina dentro de mim
Rasgo as correntes, abraço o furacão
O mundo treme quando eu acordo a punho de trovão
[Bridge]
Solo de guitarra distorcido, rápido e agressivo, fogo nas cordas, raio nos solos
Notas cortam o ar como lâminas de aço, rugem sem pedir perdão
[Verse 3]
É esmagar o inimigo, desmantelar o dom de quem duvidou
Batalha eterna, promessa de dominar e vencer, não recuo
Caos é a minha lei, a bravura é minha coroa de fogo
Eu sou a chama que não some, eu sou o rugido que ecoa no aço frio
[Chorus]
Eu sou a força bruta, o grito sem fim
Sem limites, o caos que reina dentro de mim
Rasgo as correntes, abraço o furacão
O mundo treme quando eu acordo a punho de trovão
[Outro]
Ao fim, o silêncio desaba sobre o ferro, mas o fogo permanece
Eu conquistei a noite, e meu poder não desaparece