Portugal à beira do mar, mas a afundar devagar,
Quem trabalha não consegue, quem não faz sabe ganhar.
Subsídios mal distribuídos, justiça fora do lugar,
Há quem precise e não receba, há quem abuse sem olhar.
Ruas cheias, portas abertas sem critério nem controlo,
Um país pequeno a carregar um peso maior que o colo.
Não é ódio, é preocupação, é querer proteger o chão,
Porque amar a nossa terra não é crime, é obrigação.
Pré-Refrão
Prometeram-nos futuro, deram-nos sobrevivência,
Governar virou carreira, perdeu-se a consciência.
O povo cansado de ouvir sempre a mesma canção,
Enquanto uns decidem tudo longe da nossa mão.
Refrão
Portugal não está perdido, só está mal governado,
Quem trabalha sente o peso, quem merece foi deixado.
Há injustiça no sistema, há silêncio no poder,
Mas quando a verdade fala alto, ninguém a pode esconder.
E há uma voz que se levanta no meio da confusão,
Sem medo de dizer tudo o que cala a nação.
André Ventura, polémico, mas frontal a falar,
Pode ser a cara do país que quer voltar a sonhar.
Verso 2
Imigração sem regras não é inclusão, é abandono,
Quem vem por bem respeita, quem vem por mal cria um trono.
O sistema foi traído por quem devia cuidar,
E o português honesto é sempre o último a contar.
Reformados esquecidos, jovens sem direção,
Trabalhos precários, salários que não dão pão.
Enquanto isso, o Estado fecha os olhos à verdade,
Protege os esquemas, castiga a honestidade.
Pré-Refrão
Não queremos divisão, queremos solução,
Queremos justiça igual, não favores nem corrupção.
Não é esquerda nem direita, é Portugal primeiro,
É cuidar de quem cá vive, do povo verdadeiro.
Refrão
Portugal não está perdido, só está mal governado,
Quem trabalha sente o peso, quem merece foi deixado.
Há injustiça no sistema, há silêncio no poder,
Mas quando a verdade fala alto, ninguém a pode esconder.
E há uma voz que se levanta no meio da confusão,
Sem medo de dizer tudo o que cala a nação.
André Ventura, contra o sistema instalado,
Para muitos é a esperança de um paí